Monday, July 27, 2009

É que não dá...

Xiuuu!
Hoje não dá, sequer, para me ouvir!


Sunday, July 26, 2009

Friday, July 24, 2009

Sou...

Sou... a ver os dias passar!

Monday, July 20, 2009

Aguardo...

.
Acordei de muitos sonhos, não digo de todos os meus sonhos, porque existe sempre mais algum por fazer cumprir. Mas, acordei… ou acordaram-me (para o caso, agora, tanto faz!)!
Sentada com os braços cruzados em cima do peito, espero… e, aguardo não me desmoronar!

Sunday, July 19, 2009

Parecem-me desnecessárias...


Parecem-me desnecessárias,
todas estas palavras que organizo, sistematicamente,
para mim!

Thursday, July 16, 2009

Parabéns Paulinha!


Paulinha, quando li este poema pela primeira vez – em Junho último –, lembrei-me imediatamente de ti. Guardei-o por isso.
Hoje, partilho as palavras e o sentido contigo! (Queres?)



Queres?

Queres? (No ar, a interrogação vibra como
uma onda invisível.)

Queres? (Pelo silêncio, não sei quem és, não
sei a razão em mim que te deseja.)

Queres? (É quase de manhã e poderíamos
esquecer tudo, fazer as malas, dormir
finalmente.)

Queres? (Uma porta talvez aberta para talvez
um abismo ou um deus.)

Quero. (Já não podemos fugir aos nossos olhos
inimagináveis, inalcançável é o cansaço.)

Quero. (A luz do quarto continua acesa sobre
a luz da manhã, tornamo-nos artificiais.)

Quero. (Os nossos corpos, claro, sempre os
nossos corpos, sempre apenas os nossos únicos
corpos.)

Quero. (Tarde demais.)

José Luís Peixoto, Gaveta de Papéis