Sunday, February 13, 2011

Um beijo escrito

"Escrever pode ser uma óptima desculpa para quem na vida não tem qualquer esperança. É uma maneira de preencher uma sombra e há momentos em que um beijo escrito vale por muitos."

Pedro Paixão, in Nos Teus Braços Morreríamos

Saturday, February 12, 2011

Primeiro beijo


Lembras-te do primeiro beijo? Tão cheio de medo e pudor, mas perfeito, eterno, sublime e inesquecível...
Nunca um beijo carregou tantos sonhos! Nunca.

Tuesday, February 8, 2011

Amar é...

"Amar é ultrapassarmo-nos."

Oscar Wilde

Monday, February 7, 2011

Às vezes esquecemo-nos de tanto...


Às vezes é preciso dar a mão. Às vezes é só preciso dar a mão. Unir as mãos e ficar... sem pressa! Dar lugar ao silêncio, e usá-lo por companhia. Deixar as palavras lá fora. E ficar cá dentro. Unir as mãos como se dos corações se tratasse e, deixar chorar... Às vezes é urgente chorar. Muitas vezes é necessário chorar. Outras ainda, só lhes resta chorar. E, outras vezes ainda, só conseguem chorar!

Parece simples?! Mas não é. Por norma, ficamos incomodados. Assim, meio sem jeito, e temos dificuldade em gerir esses momentos, e os sentimentos que os envolvem... e depois temos o, péssimo, habito de dizer: "Não chore! Porque está a chorar? Não fique assim!...", e, esquecemo-nos que na maioria das vezes, "o assim" é a forma de chegarem até nós, em muitas circunstancias, a única. Esquecemo-nos que é um modo de agradecimento, que é um abraço e até um beijo. Esquecemo-nos que é uma forma de demonstrarem como as maleitas do coração doem que se farta! Esquecemo-nos de que têm saudades de um tempo que já lá vai, no tempo. Esquecemo-nos que se sentem perdidos, arrumados num corpo que não reconhecem...

Às vezes, esquecemo-nos que não dói embalar o choro... e que é urgente!

Sunday, February 6, 2011

Fica a pergunta...

"A questão mais persistente e urgente da vida é:
O que estás a fazer pelos outros?"

Martin Luther King

Thursday, February 3, 2011

Oops!


Parecia inatingível e imortal. E durante anos, foi!

Tuesday, February 1, 2011

Saberás?


O que acontecerá ao nosso amor quando o declararmos à luz? O que lhe acontecerá quando sair da penumbra acolhedora dos nossos braços?