Finalmente FÉRIAS!!!
Sunday, August 5, 2012
Sunday, July 22, 2012
José Hermano Saraiva
“José Hermano Saraiva morreu
nesta sexta-feira, aos 92 anos. Começou a carreira como professor, foi advogado
e depois político. Durante o Estado Novo foi deputado, procurador à Câmara
Corporativa, ministro da Educação e embaixador. Após o 25 de Abril, tornou-se
num conhecido divulgador da História de Portugal, sobretudo através de
programas televisivos.” In Público, on line.
E, é ao Historiador que dedico a
minha homenagem. Tratou-se de um homem que recuperou a nossa história, que a
reconstruiu vezes sem conta. Que a levou a todos os homens e mulheres, que a popularizou
e, em alguns casos, a recuperou com a ternura que lhe era característica!
José Hermano Saraiva tinha, como aliás
lhe era reconhecida, uma forma única e exemplar de contar e trazer ao palco
actual, a nossa memória! Uma memória carregada de emoções num País que pulsa e
que vive! E, um País sem história não almeja futuro algum! José Hermano Saraiva
engrandeceu a nossa história, e foi mais longe ainda – na minha opinião -,
entrou na alma de Portugal e soube entregar significado a palavra pátria!
É com comoção, que me curvo perante
o seu legado!
Saturday, July 7, 2012
Sabias?
Há saudades que me fazem reinventar memórias num outro tempo e
fazer de novo a história!
Pressentes-me?
Pressentes-me?
Tuesday, July 3, 2012
Horário do Fim!
Horário do Fim
Morre-se nada
quando chega a vez
é só um solavanco
na estrada por onde já não andamos
morre-se tudo
quando não é o justo momento
e não é nunca
esse momento.
Mia Couto
Morre-se nada
quando chega a vez
é só um solavanco
na estrada por onde já não andamos
morre-se tudo
quando não é o justo momento
e não é nunca
esse momento.
Mia Couto
Sunday, July 1, 2012
Mãe
Mãe:
Que desgraça na vida aconteceu,
Que ficaste insensível e gelada?
Que todo o teu perfil se endureceu
Numa linha severa e desenhada?
Como as estátuas, que são gente nossa
Cansada de palavras e ternura,
Assim tu me pareces no teu leito.
Presença cinzelada em pedra dura,
Que não tem coração dentro do peito.
Chamo aos gritos por ti — não me respondes.
Beijo-te as mãos e o rosto — sinto frio.
Ou és outra, ou me enganas, ou te escondes
Por detrás do terror deste vazio.
Mãe:
Abre os olhos ao menos, diz que sim!
Diz que me vês ainda, que me queres.
Que és a eterna mulher entre as mulheres.
Que nem a morte te afastou de mim!
Sunday, June 17, 2012
No amor, não é preciso quase nada!
Não foi preciso ver-te para
sentir-te muito magoada com uns quantos arranhões. Por isso, não é preciso ver-te
para te sentir o desalento na pele! Sabes, é como se, de repente, tivesses caído do cimo
de uma árvore, daquelas que tanto trabalho, à mistura com joelhos esmurrados,
deram a trepar! As quedas magoam… mas, também podem fortalecer de alguma forma.
Está ao nosso alcance optar, e olha que, há decisões que não se compreendem,
mesmo depois de passarem 1000 anos, por elas! Há decisões impenetráveis!
Cristina Torres
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